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REVISTA ACADÉMICA LUCERE – CALL FOR PAPERS

1. A LUCERE é uma revista académica multidisciplinar editada pelo Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola. Criada em 2004 com periodicidade anual visa contribuir para a divulgação da produção científica e acadêmica de docentes/investigadores nacionais e estrangeiros.
2. A LUCERE publica artigos e artigos-resenha inéditos resultantes de estudos teóricos, pesquisas, reflexões sobre práticas e discussões em português, espanhol e inglês. Excepcionalmente poderão ser publicados artigos editados anteriormente em livros e
revistas.
3. Os textos devem vir acompanhados de uma lista de palavras-chave e de um resumo de até 250 palavras em português e inglês.
4. Os artigos devem ter no mínimo 25 mil e no máximo 60 mil caracteres com
espaços, incluindo as referências bibliográficas e as notas (para a contagem
deve ser utilizada a ferramentas do processador de textos – Word).
5. A publicação de artigos está condicionada a pareceres de membros do
Conselho Editorial ou do corpo de avaliadores ad hoc. A seleção de artigos para
publicação toma como critérios básicos sua contribuição para a compreensão do tema proposto, a originalidade do tema, assim como a consistência e o rigor da abordagem teórico-metodológica.
6. Os artigos-resenha não devem ultrapassar 12 mil caracteres. É indispensável a indicação da referência bibliográfica completa da obra resenhada ou
comentada. A digitação e a formatação devem obedecer à mesma orientação
dada para os artigos.
7. Os artigos devem ser submetidos até 30 de Setembro de 2019.
8. Todas as submissões devem ser encaminhadas para o e-mail: administration@ceic-ucan.org

Posicionamento de Angola nos Diversos Índices Internacionais
Este trabalho procura analisar a posição de Angola em diversos índices internacionais.
Estes índices representam, essencialmente, informações sinalizadoras do estado das diferentes variáveis do sistema económico, social e político de um país. São indicadores importantes para a compreensão da situação em Angola e para uma tomada de medidas capazes de corrigir os posicionamentos menos favoráveis do país.

  A DISTRIBUIÇÃO DO RENDIMENTO COMO MODELO ALTERNATIVO DE CRESCIMENTO
A viragem da presente situação financeira e económica do país – grave, séria, de fundamentos ainda não totalmente explicados por quem politicamente o deve fazer – já não depende de nós mesmos, mas da conjuntura internacional do preço do petróleo e da capacidade de contracção de empréstimos externos para financiar os avultados e crescentes défices orçamentais. Pode estar a acontecer o fim do ciclo do petróleo em Angola, sem modelos de crescimento alternativos a curto prazo. O que leva a questionar: fim de ciclo, começo de quê?

After All, How Many Countries Are There in Angola?
Is Angola in an economic crisis and financial difficulties, or is it not? Some people are lax and claim that there is no reason to crying out in alarm, since Angola has paid its creditors and the foreign exchange reserves remain solid. Others take positions that are more realistic. They list a number of perverse effects the current situation has on the public finances and external revenues, which in turn influence on the country’s GDP growth capacity and on the population’s living standards – especially for those who already have little. Afinal, Quantos Países Angola Tem?

O Ciclo do Preço do Petróleo em Angola
Até sensivelmente Janeiro de 2002, o preço médio mensal do barril de petróleo oscilou sempre na vizinhança de USD 20. O grande “boom” no valor desta “commodity” energética situou-se entre a anterior data e Janeiro de 2008. Justamente este período foi o que registou as mais elevadas taxas de crescimento do PIB em Angola. A queda brusca verificada durante 2008 e 2009 – que consequencializou uma drástica revisão do OGE – coincidiu com a crise financeira do “sub-prime” nos Estados Unidos da América e da queda do crescimento do PIB mundial e das principais economias desenvolvidas e emergentes.

2017 é Depois de Amanhã, Como vai estar o País para entrar na Zona de Comércio Livre da SADC

O último compromisso assinado pelas autoridades angolanas quanto à adesão do país à Zona de Livre Comércio da SADC aponta para 2017 a data de integração plena de Angola neste espaço económico regional. Estará o país preparado para enfrentar a pesada concorrência da África do Sul, Maurícias, Namíbia e Seychelles na disputa das franjas do mercado comunitário, que se expressa por uma população de 293,7 milhões de habitantes, com um rendimento médio, medido pelo PIB por habitante, de 7040 dólares? Que significado tem o facto de, das 18 maiores economias africanas, a SADC incorporar duas delas (África do Sul, a segunda, e Angola a 5ª)?

AS PERSPECTIVAS DE CRESCIMENTO ECONÓMICO DE ANGOLA ATÉ 2020

“Apresentam-se no futuro constrangimentos (recorrentes desde 2002 e que ainda não foram removidos pelas políticas públicas e os investimentos do Estado nos domínios da burocracia, da energia e água e mesmo – apesar de se terem já despendido cerca de 80 mil milhões de dólares em estradas, pontes, aeroportos, portos, caminhos-de-ferro, escolas, hospitais e outras obras de infraestruturas – noutras áreas da criação das condições básicas para o crescimento) e riscos severos para o desenvolvimento económico de Angola. Conforme noutras ocasiões defendi, as dinâmicas anuais de crescimento do PIB verificadas entre 2002 e 2008 têm poucas probabilidades de se repetirem num futuro até 2025“. Alves da Rocha

EFF e Constituição Fiscal de angola Conferencia BCH CEIC Braga de Macedo 30 de Abril 2019